terça-feira, 30 de junho de 2015

Durante festa Irmãs do Círculo de Oração adoram a Deus e testificam milagres

Círculo de Oração da AD Ministério do Belém realiza 34º Encontro


Por Pb. Tiago Bertulino
AD São Paulo
Ministério do Belém

Em clima festivo e espiritual, permeado pela presença de Deus, de 18 a 20 de junho de 2015, a Assembleia de Deus em São Paulo, Ministério do Belém realizou em seu templo-sede, sob a direção do pastor José Wellington Bezerra da Costa seu 34º Encontro das Irmãs do Círculo de Oração da igreja na capital, grande São Paulo e região metropolitana. Os trabalhos tiveram início na quinta-feira (18), o segundo culto foi realizado na noite de sexta (19) e durante todo o dia de sábado (20) com encerramento no culto da noite.

O tema da festa foi “Os olhos do Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos ao seu clamor” extraído de Salmos 34:15. Com graça de Deus e muita unção ministraram a palavra o pastor presidente, José Wellington Bezerra da Costa; Pastor Joel Freire da Costa, presidente da AD, Ministério do Belém nos Estados Unidos; José Prado Veiga, líder do Setor 53, Itaim Paulista; Reginaldo Ribeiro, presidente da AD, Ministério do Belém em Mirante do Paranapanema (SP) e o pastor vice-presidente, José Wellington Costa Junior.

Cerca de 15 mil mulheres participaram da festa; organizados através de escala, todos os 81 setores estiveram representados formando grandes conjuntos que durante os cinco cultos apresentaram belos louvores; além do coral formados pelas irmãs das congregações o tradicional coral das esposas de obreiros e dirigentes do círculo de oração adorou a Deus sob a regência de sua maestrina, irmã Edna Veiga. A Banda Renovo, do Setor 9 - Itaquera e o irmão Adiel Souza do Setor 45 – Taboão da Serra adoraram a Deus.

O trabalho feminino da AD em São Paulo tem a coordenação geral da irmã Wanda Freire da Costa, que também dirigi todas as quartas-feiras a consagração das irmãs na Sede; durante todo o encontro os presentes puderam exaltar ao Senhor, após ouvir os testemunhos de vitórias alcançadas através do trabalho da oração, testificados pela irmã Wanda. “Se todas as irmãs que estão aqui tivessem oportunidade de contar o que Deus tem feito em nossas reuniões do círculo de oração, nosso encontro duraria mais de 30 dias, pois através da oração Deus tem nos dado grandes e incontáveis vitórias; não só as irmãs, mais as famílias, igreja e o ministério são beneficiados através do círculo de oração” frisou irmã Wanda, que tem publicado pela CPAD o livro “Minhas Experiências com Deus” que relata testemunhos com autorização dos que receberam através da consagração de quarta-feira na sede, milagres e muitas vitórias.

Satisfeito pelo que Deus realizou durante o fim de semana festivo, pastor José Wellington asseverou “Deus responde a oração do seu povo; nós que fazemos o ministério da igreja somos gratos a Deus e parabenizamos a todas as nossas irmãs pelo brilhante e fundamental trabalho que realizam em todas as nossas mais de 2,4 mil congregações da capital, que é o círculo de oração; enquanto nós os obreiros trabalhamos, as nossas irmãs estão de joelhos pela igreja do Senhor, com isso todos nós, família, nação, igreja somos abençoados”.

Diversas homenagens foram realizadas; além da irmã Wanda que recebeu um mimo por sua fecunda liderança junto as mulheres do Belém; a deputada estadual, Marta Costa, que é responsável pela organização do encontro há décadas junto a irmã Wanda; os preletores, regente, cantores, recepcionistas e a liderança da igreja foram alvos dos agradecimentos das nossas irmãs.














































quinta-feira, 18 de junho de 2015

Assembleia de Deus no Brasil comemora 104 anos


As Assembleias de Deus no Brasil estão completando, neste dia 18 de junho, 104 anos de fundação. Tudo começou com a vinda de dois missionários suecos que antes de chegarem ao Brasil visitaram o movimento de despertamento e avivamento espiritual da Rua Azuza em Los Angeles, EUA.

Daniel Berg e Gunnar Vingren atenderam a chamada missionária ao receberem uma revelação de Deus acerca do Pará. Porém, ambos não sabiam onde ficava. Ao pesquisarem no mapa descobriram que se tratava da região norte de nosso país. Obedecendo ao “ide” chegaram a terras brasileiras em 19 de novembro de 1910.

A princípio reuniram-se com as igrejas batistas aqui já instaladas, mas como traziam na bagagem a doutrina pentecostal do batismo no Espírito Santo com a evidência do falar em línguas e a atualidade da concessão de dons espirituais como nos tempos apostólicos, não demorou para que o Senhor Jesus começasse a batizar os membros daquela igreja que, não aceitando a nova doutrina, decidiram desligar da comunhão os crentes que se uniram aos missionários. Entre eles, a irmã Celina Albuquerque, que na madrugada de 02 de junho de 1911 recebeu o batismo no Espírito Santo e falou em línguas conforme a promessa descrita no livro do profeta Joel 2 e seu cumprimento em Atos dos Apóstolos 2. Ela foi a primeira crente da igreja Batista de Belém a ser batizada. Logo outros foram batizados também. Um total de 13 membros deixou a igreja Batista em Belém do Pará para juntar-se aos missionários e fundarem em 18 de junho de 1911 a igreja Missão da Fé Apostólica.

Muitos estavam curiosos para conhecerem a nova doutrina. Houve rejeição por parte de alguns, mas muitos abraçaram a doutrina porque viam nas páginas da Bíblia a confirmação do que era pregado e ensinado pelos missionários estrangeiros. A essa altura as reuniões de oração que no início aconteciam na residência dos missionários, passaram à residência da irmã Celina de Albuquerque.

Reunidos na casa da irmã Celina, por sugestão de Gunnar Vingren, em 18 de janeiro de 1918, registrou-se a igreja Assembleia de Deus, nome que traz até hoje. Tendo origem no movimento pentecostal do início do século XX na América, as Assembleias de Deus do Brasil, cresceram nos moldes da igreja do Novo Testamento, onde os discípulos cheios do Espírito Santo levaram o Evangelho a todo o mundo.

Não muito tempo depois as Assembleias de Deus chegaram aos grandes centros urbanos das regiões Sul e Sudeste, como Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte. Em 1922 chegou ao Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, e ganhou impulso com a transferência de Gunnar Vingren, de Belém, PA, em 1924, para a então capital da República.

Desde 1930, quando se realizou a primeira Convenção Geral dos pastores na cidade de Natal, RN, as Assembléias de Deus no Brasil passaram a ter autonomia interna, sendo administrada exclusivamente pelos pastores residentes no Brasil, sem, contudo perder os vínculos fraternais com a igreja na Suécia. A partir de 1936 a igreja passou a ter maior colaboração das Assembléias de Deus dos EUA através dos missionários enviados ao país, os quais se envolveram de forma mais direta com a estruturação teológica da denominação.

Em virtude de seu fenomenal crescimento, principalmente depois dos anos 90 com a criação e ação da chamada Década da Colheita, iniciativa das Assembléias de Deus, os pentecostais começaram a fazer diferença no cenário religioso brasileiro. De repente, as autoridades religiosas e seculares despertaram para uma possibilidade jamais imaginada: o Brasil poderia vir a tornar-se, no futuro, uma nação protestante. Tal possibilidade se tornou ainda mais real com a divulgação entre o final de 2006 e início de 2007 por um instituto de pesquisa de que, com vinte milhões de fiéis, o Brasil é o maior país pentecostal do mundo.


Atualmente, os mesmos institutos de pesquisa apontam para uma mudança no perfil evangélico brasileiro em todos os setores da sociedade por conta da ação do Evangelho. As Assembleias de Deus estão hoje em todas as camadas da sociedade, inclusive com representantes na esfera política do Congresso Nacional. Como agente de mudança não somente espiritual, vê-se a igreja agindo em grande escala em trabalhos sociais de grande envergadura e empenhada a mudar a face do nosso país a partir do Evangelho de Jesus Cristo, tendo templos em quase todas as cidades brasileiras.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

ASSISTA: Participação da CGADB na Audiência Pública sobre Ensino Religioso nas Escolas



CGADB participa de audiência pública no STF sobre ensino religioso

Entidade foi representada pelo pastor Abiezer Apolinário, presidente da Comissão Jurídica Nacional da CGADB

Pastor Abiezer Apolinário da Silva, presidente da Comissão Jurídica
representou a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil
(FOTOS STF)
O presidente da Comissão Jurídica Nacional da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB), pastor Abiezer Apolinário da Silva,participou, nesta segunda-feira (15), no Supremo Tribunal Federal (STF), de audiência pública que debateu o ensino religioso nas escolas públicas brasileiras. O encontro, convocado pelo relator da Ação, ministro Luís Roberto Barroso, reuniu 31 entidades religiosas ou ligadas à Educação.

Diante de uma plateia atenta, Abiezer Apolinário defendeu que o ensino religioso não deve ser matéria obrigatória nas escolas públicas, mas optativa, como prevê a Constituição. Ele ressaltou a parceria entre escola e igreja e lembrou que, há 50 anos, fez o curso primário num salão anexo de uma igreja assembleiana, que cumpria o Ide de Jesus, ao mesmo tempo em que estendia a mão à população carente da região. Ainda de acordo com Abiezer Apolinário, não havia a preocupação em transmitir ensino bíblico, mas conteúdos educacionais. “Para ensinar a Bíblia, temos a Escola Bíblica Dominical”, reafirmou.

Ainda segundo o presidente da Comissão Jurídica da CGADB, o Brasil é um estado laico, mas não ateu. Na sua avaliação, o cerne da questão é a distinção entre dois direitos – o da crença e o de culto. “O direito à crença está na lista dos direitos individuais indisponíveis, que coloca o indivíduo na posição de até ir contra o Estado para fazer valer esse direito, ao lado de outros, como à vida, à liberdade e à propriedade. Já o direito de culto é aquele que assegura o cidadão escolher naquilo que quer crer”, reiterou. Para Apolinário, o ensino religioso no Brasil está inserido no campo da opção, conforme rezam a Constituição Federal (CF/88) e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB 9394/96). “Ele é facultativo e não deve integrar a grade curricularobrigatória da formação acadêmica do cidadão”, afirmou.

O presidente do Conselho de Educação e Cultura da CGADB, pastor Douglas Roberto Baptista, também participou dos debates e demonstrou preocupação com os posicionamentos mais radicais dos que defendem a religião longe das salas de aula. “Na prática, boa parte das escolas estaduais, como as do Rio de Janeiro, adotam o modelo confessional. Como é uma disciplina optativa, o aluno vai ser matricular na confissão de fé que professe. Esse posicionamento não fere o princípio da laicidade do Estado, mas fortalece a neutralidade estatal, pois evita o doutrinamento e o proselitismo do Estado”, afirmou.

Ao final da primeira parte da audiência pública, o ministro Luís Roberto Barroso não antecipou seu voto, mas afirmou que os debates serão valiosos para a formação de sua convicção. “Os posicionamentos dos convidados extrapolam os limites do estritamente jurídico. Eles trazem conhecimentos interdisciplinares a respeito de aspectos políticos, religiosos, filosóficos, pedagógicos e administrativos relacionados ao ensino religioso no país”, afirmou o magistrado.

A Ação Direta de Constitucionalidade que questiona o ensino religioso confessional em escolas da rede oficial de ensino foi proposta, em 2010, pela então Vice-Procuradora Débora Duprat. O argumento é de que o ensino religioso somente pode ser oferecido se o conteúdo programático da disciplina consistir na mera exposição de caráter histórico e plural das religiões. O objetivo da ADI é a interpretação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (caput e parágrafos 1º e 2º do artigo 33 da Lei 9.394, de 1996) e ao acordo firmado entre o Brasil e a Santa Sé (Decreto 7.107/2010) à luz dos preceitos da Constituição Cidadã de 1988.

Participaram da audiência pública, dentre outras entidades, o Conselho Nacional de Secretários de Educação (CONSED);a Confederação Israelita do Brasil (CONIB); a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil ( CNBB) e a Convenção Batista Brasileira (CBB).


* Mais informações no Jornal Mensageiro da Paz (edição 1563 / agosto de 2015)

FONTE: CPAD News